segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Racismo, preconceito e o apartheid


Se alguém desejar ver o livro é só avisar
Claudio Falcão e Diego Moreira
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Claudio Falcão
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Mudanças no centro do Rio

O presidente do Instituto Pereira Passos, Felipe Goes, é ainda mais otimista. De acordo com ele, esse é o início da revitalização não só deste eixo como também da Zona Portuária e de São Cristóvão.
- O trem-bala será absolutamente transformador para a região. Aquela área será o local de chegada do trem, o lugar da cidade mais próximo de São Paulo. A Copa também será marcante para a revitalização de São Cristóvão - prevê.
Já o professor e pesquisador do Observatório Urbano da Uerj Cezar Teixeira Honorato lembra que o transporte continua sendo um desafio para o desenvolvimento da região: - O lado positivo da ocupação da Presidente Vargas é o aproveitamento de uma área que já conta com água, luz, telefone, transporte. O ruim da história é o trânsito, que só vai piorar e pode dar um nó, com consequências em Niterói, na Zona Sul e na Zona Norte.
A revitalização da região conta com o apoio da iniciativa privada. A construtora Racional foi responsável pelas obras do centro de convenções e pelo edifício que será ocupado pela SulAmérica. Neste momento, está erguendo a Torre Sul, ao lado do Centro de Convenções SulAmérica, com nove pavimentos e um total de 9.056 metros quadrados de área locável para escritórios. A obra gerou cerca de 500 empregos. O investimento total, incluindo a restauração do solar, a construção do centro de convenções e das duas torres, é de R$ 200 milhões.
- Achamos estratégico ter fácil acesso para as zonas Norte e Sul e o Centro. A SulAmérica acredita muito no Rio e gostamos da ideia de inovar e ajudar a desbravar. Já começamos a mudança para a nova sede, que representa mais 2.500 pessoas circulando na região. Estamos esperançosos na revitalização daquele espaço - afirma Maria Helena Monteiro, vice-presidente de Recursos Humanos e Administração da SulAmérica.
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Um Mito Iorubá
Houve uma época em que o hipopótamo era o rei de um grande lago existente nas margens de um rio, mas sofria grande oposição por parte de sapo.
- Não é possível! - reclamava o batráquio. - Não vejo justiça no fato de o hipopótamo ser rei só porque é muito maior que todos os animais do lago. Nem o crocodilo pode competir com ele em tamanho e força, mas nem por isso é menos caapz de reinar!
Se fôssemos adotar um critério justo, haveriamos de coroar um novo rei, não pela avaliação do seu tamanho, mas sim por sua inteligência e versatilidade e, com toda a certeza, uma vez utilizados estes critérios seria eu o coroado!
A política estabelecida pelo sapo encontrava ressonância em alguns segmentos da comunidade e, desta forma, a ordem começou a ser ameaçada.
Diante do impasse criado, os bichos resolveram, em assembléia, nomear um árbitro absolutamente neutro, para decidir quem seria o rei. e o escolhido para a delicada missão não foi outro senão Exu.
No dia da decisão, apresentaram-se os candidatos dianted e Exu e cada um expôs os motivos pelos quais se achava amis bem habilitado para o cargo e, por questão de hierarquia, o primeiroa discursar foi o hipopótamo.
- Acho que sou o mais indicado para o cargo, porque sou pacífico, mas, se for necessário, poderei manter a ordem, fazendo valer a minha força e o meu tamanho. Não acredito que exista aqui qualquer um que possa desafiar-me para uma luta corporal! Sempre mantive a paz no lago e, até hoje, não precisei apelar para a violência e, por este motivo, devo continuar a reinar sobre os meus vizinhos.
Chegara a vez do sapo discursar e, pomposamente trepado sobre um grande crocodilo que apoiava sua candidatura, deu início à sua fala:
- Senhoras e senhores, moradores do lago! Digníssimo Elegbara Senhor Exu Elegbara, mui digno árbitro desta pendência!
Exu, sentado num velho tronco caído numa das margens, olhava divertido a verborréia do bufão.
- De há muito... continuou o sapo - ... venho tentando mostrar a todos o quanto de inútil tem sido o hipopótamo como rei de nosso lago! O que tem feito em benefício de nossa comunidade? O que tem feito, ao menos, em seu próprio benefício? nada! Absolutamente nada!
Tudo que esta montanha decarne sabe fazer é cochilar, submerso, e, vez por outra, bocejar, escancarando a enorme bocarra, o que, sem dúvida, não só assusta, como representa um garnde risco para os pequenos animais. A situação é grave e exige uma mudança imediata!
Precisamos de alguém que reine com inteligêcia e sabedoria! E esre alguém sou eu, o sapo! Não pensem senhores que não sou capaz de manter a paz, se necessário for, usando força! quero revelar a todos, neste momento, um segredo que guardo há muito e muito tempo, por pura humildade. se quiser, e quando quiser, posso aumenatr de tamanho, ficando até maior e amis forte que o meu opositor! Se não o faço é para não humilhar os outros animais, nem ocupar um espaço exagerado como faz o hipopótamo!
- Neste caso, amigo sapo, deverás ser coroado rei. Já provaste, através do belíssimo discurso com que nos agraciaste, ser mais inteligente que o hipopótamo. Resta agora provar que, como tu mesmo disseste, és capaz de ficar maior que teu opositor. Vamos, brinda-nos também com uma demonstração! Tenho certeza de que és capaz de fazê-lo!
Embriagado de vaidade o sapo inspirou todo o ar que pôde e, inflando, aumentou consideravelmente de tamanho.
- Que tal estou? - perguntou a exu.
- Bem maior -respondeu o árbitro - Mas muito longe do amanho do hipopótamo.
- Mais uma grande inspiração e, um pouco maior, o sapo voltou a solicitar uma nova avaliação:
- E agora, que tal estou?
- Maiorzinho, mais não o suficiente! respondeu Exu, que, com toda a ceteza, já havia elaborado um plano para desmoralizar o batráqui - Por que não puxas mais ar?
Num esforço sobrenatural o sapo inspirou mais uma grande quantidade de ar e, com sensação de que os olhos iriam saltar-lhe das órbitas, procurando reter, dentro de si, a enorme quantidade de ar, indagou:
- E agora?
- Quase! respondeu Exu - tenta de novo! mais um pouco de ar e serás o rei do lago.
Os animais que assistiam à patética cena não entendiam nada. Exu afirmava que o sapo estava quase do tamanho do hipopótamo, mas todos viam que nem sequer atingira a altura de seus joelhos!
E o sapo, num garnde e derradeiro esforço, puxou, paar dentro de si, toda a quantidade de ar que pôde! Pou!!!! Foi o que se ouviu em seguida. O sapo havia explodido como um balão e seus pedaços voaram em todas as direções! Estava terminada a disputa!
Chocados com o que viram, os animais aclamaram o hipopótamo seu legítimo rei e compreenderam que cada um nasce com seu próprio destino e deve conformar-se com suas limitações.
E é desta forma que Exu castiga aqueles que querem ser o que não podem. Força-os a inflar-se com o ar da vaidade, até que explodam e morram sem conseguir realizar seus delírios de grandeza.
( Uma vez conheci um grande sapo... que explodiu em sua arrogância. Por dentro era só ar, no fundo era só ar... já que vazio ( e pequeno em sua moral) ele sempre foi. Um Cubano uma vez me disse: - Quando a verdade chega a mentira se envergonha e se vai.)
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Provérbio Africano (Iorubá)
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sábado, 22 de novembro de 2008
O crescimento brasileiro
O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) analisou o desenvolvimento de um grupo de10 países, o Brasil só supera África do Sul e Argentina em crescimento econômico de 1975 a 2005.
Nosso PIB per capita cresceu 35,6%, nesses 30 anos, e perdeu para o crescimento de China (896%), Índia (174,3%), Finlândia (88,5%), EUA (88,2%), Espanha (85,3%), Alemanha (79,8%) e México (49%).
Apesar do fraco crescimento, o país triplicou o consumo de energia elétrica. Já a China foi mais eficiente: cresceu quase dez vezes, mas aumentou o consumo de energia oito vezes. A Finlândia com PIB quase dobrado passou a consumir três vezes mais energia.
No quesito investimento na formação de capital fixo entre 1995 e 2004, a Rússia também entrou no grupo em análise, e o Brasil caiu para a nona posição, superando novamente apenas Argentina e África do Sul.
Esses números fazem parte do Comunicado da Presidência nº 15, "Desenvolvimento e Experiências Internacionais Comparadas", apresentado hoje pelo pesquisador Milko Matijascic, que coordenou o estudo. O painel traz dados sobre competitividade, eqüidade e sustentabilidade.
Em dez dos 11 países, as doenças cardiovasculares e os diversos tipos de câncer são as principais causas de morte. Com exceção da África do Sul, onde dispara a Aids. Na Índia, destacam-se as doenças parasitárias e infecciosas. O Brasil é o primeiro em mortes violentas; a Alemanha, a última.
fonte : site do IPEA
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Congo - Conditional Critical: voices from the war in eastern Congo
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A história das Coisas - a questão ecológica
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domingo, 16 de novembro de 2008
O massacre em Darfur continua
Visitem o site da Human Rights Watch e vejam o video sobre Darfur.
http://www.hrw.org/sites/default/files/features/darfur/index.html
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
A dor do gigante - a crise financeira internacional
A solução imediata para tentar controlar o incêndio foi lançar um pacote americano para tirar do mercado os papéis sem lastro que contaminam os balanços das empresas financeiras e paralisam o crédito. Esse pacote custará “centenas de bilhões de dólares” ao contribuinte americano.
O objetivo principal nessa situação precisa ser a passagem de confiança ao mercado. Se o pacote americano tiver sucesso, permitirá que a economia volte a respirar e a caminhar. Posteriormente, o governo e as empresas terão de se moldar à nova situação, com padrões mais limitados de financiamento. O sistema terá de excluir suas dívidas e papéis ruins. Todos esses fatores terão de ser acompanhados de perto pelos governantes.
Além disso, pela primeira vez, de forma coordenada, os quinze países da zona do euro, incluindo as duas maiores potências econômicas do bloco - Alemanha e França - lançaram em Paris um pacote de medidas para enfrentar a crise financeira global. Eles vão comprar participações em bancos. Haverá a compra de papéis da dívida e garantia dos empréstimos entre bancos até 31 de dezembro de 2009, praticamente paralisados com a crise de crédito, para assegurar capital e liquidez às instituições financeiras. Outra decisão importante: nenhum país deixará seus grandes bancos falirem.
Nos últimos anos, a economia do Brasil tem se solidificado muito, favorecida pelo forte crescimento do setor econômico mundial. É lógico que, piorando o quadro da economia mundial, a situação por aqui vai piorar também.
A maior parte da expansão do PIB (Produto Interno Bruto) vem do mercado interno. Somente cerca de 15% vêm das exportações, área mais afetada pela crise.
No início, os problemas estavam ligados apenas às bolsas (campo financeiro). Nas últimas semanas, a crise começou a contagiar o setor produtivo, atingindo as exportações e o crédito externo.Para atenuar esse problema, o governo, por meio do Banco Central, injetou mais de R$ 36 bilhões na economia para ajudar bancos médios e pequenos que antes buscavam crédito barato no exterior. Considerações finaisPara atravessar um período complicado como este, os especialistas recomendam que os orçamentos familiares sejam mais austeros, com decisões de consumo e de investimento bem pensadas. Segundo eles, é difícil prever por quanto tempo as incertezas vão se estender, mas com um bom planejamento será possível enfrentá-las com menos danos.
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Claudio Falcão
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